Percorrer por autor "Morais, Carminda"
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- Esclerose múltipla e qualidade de vida: contributos para a melhoria das práticas de saúdePublication . Rodrigues, Rosa; Morais, Carminda; Fernandes, Paula OdeteA Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica que afeta as fibras do Sistema Nervoso Central e que pode conduzir a incapacidade neurológica grave, frequentemente com comprometimento da Qualidade de Vida (QV). A QV sendo subjetiva e multidimensional, a sua medição aporta a perspetiva dos doentes na melhoria dos cuidados de saúde. Objetivo: Avaliar a QV das pessoas com EM; e analisar as relações entre a QV destas pessoas e aspetos sociodemográficos e clínicos. Métodos: Trata-se de um estudo transversal analítico, com base numa amostra aleatória e representativa de 67 pessoas com EM acompanhadas na consulta externa de uma Instituição do Norte do país. Utilizou-se um questionário de caracterização sociodemográfica e clínica e Questionário de estado de saúde, MOS SF-36v2 (Ferreira, 2000a,b). Resultados: Maioritariamente são mulheres (82%), com idade média 42.09 anos ± 11.76 anos. Os scores mais elevados de QV foram obtidos na dimensão Saúde Mental e os mais baixos na dimensão Vitalidade. As pessoas mais jovens possuem melhor QV nas dimensões Função Física (t = 4.148; p <0.001), Desempenho Físico (t= 2.581; p= 0.012), Desempenho Emocional (t= 2.714; p = 0.009) e Função Social (t = 3.188; p = 0.002). As pessoas com fadiga têm pior QV em todas as dimensões à exceção da Dor Física e Saúde Geral. Conclusões: A criação de uma consulta, a formação dos profissionais e a implementação de uma linha telefónica de apoio foram algumas das medidas já adotadas.
- Ganhos em saúde em utentes internados em unidades de saúde de média duração e reabilitaçãoPublication . Almeida, Diogo; Amoedo, Natália; Morais, Carminda; Nunes, Alcina; Pimenta, RuiA amostra foi constituída por 309 indivíduos, maioritariamente do sexo masculino, 56% (n=173), com média ± Desvio Padrão de idade 73,9±12,2 anos, casados 39,8% (n=123), reformados 83,8% (n=259) e com um diagnóstico principal de acidente vascular cerebral 45,6% (n=141). O estudo evidenciou ganhos em saúde estatisticamente significativos ao nível do estado cognitivo, do risco de queda e da independência funcional (p≤0,001). Verificaram-se diferenças estatisticamente significativas no nível da independência funcional no momento da alta, atendendo ao estado cognitivo inicial (p≤0,001) e, entre géneros, ao nível dos ganhos em saúde de estado cognitivo (p=0,016), risco de queda (p≤0,001) e independência funcional (p≤0,001).
