Percorrer por autor "Dias, Piedade"
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- Burnout em enfermeiros do serviço de urgência médico-cirúrgica após a pandemia COVID-19Publication . Sauane, Sónia; Rocha, Catarina; Dias, Piedade; Fernandes, Lúcia; Raposo, Sílvia; Magalhães, Carlos PiresEnquadramento: O burnout consiste numa síndrome psicológica, caracterizada por uma exaustão emocional, despersonalização e uma reduzida realização pessoal, decorrente do exercício de uma atividade profissional, com implicações ao nível individual e organizacional. As suas consequências podem ser muito graves, quer para os trabalhadores, quer para as instituições, e seus clientes. Objetivos: Identificar o nível de burnout percecionado pelos enfermeiros do serviço de urgência médico-cirúrgica, após a pandemia COVID-19. Analisar a relação entre as pontuações médias das dimensões do burnout e as variáveis sociodemográficas e profissionais. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo-correlacional, num plano transversal, envolvendo uma amostra de 39 enfermeiros. Resultados: A maioria da amostra (51,3%) enquadra-se no nível sem burnout/burnout reduzido, 28,2% no burnout moderado e 20,5% no burnout elevado. No que concerne a pontuação media por dimensão, a mais elevada surge na exaustão emocional, com 2,60 ± 1,35. Constatou-se uma relação estatisticamente significativa em algumas dimensões, como: o sexo, as horas de trabalho diárias, a satisfação no local de trabalho e a perceção do aumento da exaustão decorrente da pandemia. Conclusão: Tendo por base o nível de burnout calculado em função do score global, no qual se encontraram percentagens consideráveis de “burnout moderado” e “burnout elevado”, refletindo uma preocupação, atendendo as consequências que se podem repercutir ao nível individual e organizacional. As percentagens de burnout moderado e burnout elevado relevam a importância da sua monitorização contínua, visando o planeamento/promoção de estratégias de intervenção combativas adequadas, bem como a sua prevenção.
- Burnout em enfermeiros do serviço de urgência médico-cirúrgica após a pandemia COVID-19Publication . Sauane, Sónia; Rocha, Catarina; Dias, Piedade; Fernandes, Lúcia; Raposo, Sílvia; Magalhães, Carlos PiresO burnout consiste numa síndrome psicológica, caracterizada por uma exaustão emocional, despersonalização e uma reduzida realização pessoal, decorrente do exercício de uma atividade profissional, com implicações ao nível individual e organizacional. As suas consequências podem ser muito graves, quer para os trabalhadores, quer para as instituições, e seus clientes. Objetivos: Identificar o nível de burnout percecionado pelos enfermeiros do serviço de urgência médico-cirúrgica, após a pandemia COVID-19. Analisar a relação entre as pontuações médias das dimensões do burnout e as variáveis sociodemográficas e profissionais. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo-correlacional, num plano transversal, envolvendo uma amostra de 39 enfermeiros. Resultados: A maioria da amostra (51,3%) enquadra-se no nível sem burnout/burnout reduzido, 28,2% no burnout moderado e 20,5% no burnout elevado. No que concerne a pontuação media por dimensão, a mais elevada surge na exaustão emocional, com 2,60 ± 1,35. Constatou-se uma relação estatisticamente significativa em algumas dimensões, como: o sexo, as horas de trabalho diárias, a satisfação no local de trabalho e a perceção do aumento da exaustão decorrente da pandemia. Conclusão: Tendo por base o nível de burnout calculado em função do score global, no qual se encontraram percentagens consideráveis de “burnout moderado” e “burnout elevado”, refletindo uma preocupação, atendendo as consequências que se podem repercutir ao nível individual e organizacional. As percentagens de burnout moderado e burnout elevado relevam a importância da sua monitorização contínua, visando o planeamento/promoção de estratégias de intervenção combativas adequadas, bem como a sua prevenção.
- Perfil da pessoa vítima de traumatismo cranioencefálico atendido num serviço de urgência da região nordeste de PortugalPublication . Raposo, Sílvia; Fernandes, Sílvia; Dias, Piedade; Fernandes, Lúcia; Sauane, Sónia; Magalhães, Carlos PiresIntrodução: Como consequência de uma força mecânica direta ou indireta aplicada na cabeça ocorre um traumatismo cranioencefálico. No âmbito de saúde pública de mundial, é considerado um dos principais problemas, encontrando-se entre os tipos de trauma mais frequentes num serviço de urgência. Objetivos: Caracterizar o perfil da pessoa vítima de TCE atendida num serviço de urgência de uma Unidade Local de Saúde da região norte de Portugal. Métodos: Estudo de abordagem quantitativa, observacional e descritivo, respeitante a uma amostra de 153 vítimas de traumatismo cranioencefálico admitidas no serviço de urgência de uma unidade local de saúde, entre 5 de abril a 5 de julho de 2022. Resultados: Amostra maioritariamente do sexo masculino (56.9%), com uma média de idade de 63.5 anos, predominantemente na faixa etária ≥ 85 anos (29.4%). O fator de risco predominante foi a idade ≥ 65 anos, a principal etiologia do traumatismo foram as quedas da própria altura (56.3%), com gravidade classificada como ligeira (98.6%). Como principal sintomatologia destaca-se a perda de consciência (22.3%). A Tomografia Computorizada cerebral foi o exame de diagnóstico mais requisitado (84.9%) e as principais lesões associadas foram as lesões da pele e couro cabeludo (42.5%). A taxa de prevalência de traumatismo cranioencefálico no período observado foi de 1.68%. Conclusão: No contexto da pessoa vítima de TCE, e pelo perfil identificado, é importante que sejam implementadas medidas mais eficientes na prevenção do TCE, principalmente na pessoa idosa, ao atuar na educação para a prevenção de quedas, na identificação e sinalização de doentes de risco e no esclarecimento e orientação das vítimas e seus familiares e cuidadores, alertando-os para a possibilidade de sinais e sintomas tardios, que podem surgir vários dias após o trauma inicial. Releva ainda o papel do enfermeiro no atendimento complexo e diferenciado na prevenção de complicações.
- Principais fatores indutores de stresse percecionados em enfermeiros de urgência: um estudo transversalPublication . Fernandes, Lúcia; Fernandes, Sílvia; Dias, Piedade; Raposo, Sílvia; Sauane, Sónia; Magalhães, Carlos Pires; Júnior, MarcosNo serviço de urgência o stresse em enfermeiros pode ser incrementado por distintos fatores, com repercussão na sua esfera profissional e pessoal. O stresse psicológico consiste numa relação estabelecida entre o individuo e o meio, cuja avaliação e percebida como algo que sobrecarrega ou excede os seus recursos, afetando o seu bem-estar sendo mediado por dois processos: a avaliação cognitiva e o coping. Objetivos: Avaliar o stresse percecionado numa amostra de enfermeiros do SU de um centro hospitalar do norte de Portugal; identificar os principais fatores indutores de stresse percecionados na amostra; analisar a relação entre o stresse percecionado e as características sociodemográficas/profissionais. Metodologia: Estudo transversal. Recorreu-se a Escala de Stresse Profissional dos Enfermeiros, composta por 34 itens que abarcam sete fatores/três domínios. Resultados: Participaram no estudo 54 enfermeiros. Obteve-se uma pontuação média de 80,94 ?± 11,95 no global da Escala de Stresse Profissional dos Enfermeiros, bem acima do mínimo possível (= 34). A carga de trabalho e a morte constituíram os principais fatores indutores de stresse percecionados. Constataram-se dissemelhanças significativas em maior número com as habilitações académicas. Os mestres apresentaram pontuações mais elevadas de stresse percecionado nos fatores VI, III, V e no global. Conclusão: Este estudo permitiu verificar que o valor global da ESPE ficou bem acima da pontuação mínima possível, demandando ações de melhoria. Constatou-se ainda, que a carga de trabalho integrada no domínio ambiente físico e a morte e o morrer integrado no domínio ambiente psicológico, constituíram por ordem decrescente, os dois principais fatores indutores de stresse percecionado. Quanto a análise do stresse percecionado em função das Os resultados permitem delinear estratégias ao nível individual e organizacional, a direcionar para as áreas geradoras de maior stresse.
- Via verde sépsis no serviço de urgência de uma unidade local de saúde do norte do país entre 2018 e 2022Publication . Dias, Piedade; Fernandes, Sílvia; Fernandes, Lúcia; Sauane, Sónia; Raposo, Sílvia; Martins, MatildeTodos os anos, em todo mundo, a sépsis e o choque séptico são problemas de saúde importantes, que afetam milhões de pessoas. Uma em cada cinco pessoas infetadas morre. Um dos fatores chave do tratamento consiste no rápido reconhecimento das manifestações clínicas que possam indicar a presença de infeção, o que possibilita um melhorar o prognóstico. Objetivos: Analisar os resultados da implementação do protocolo Via Verde Sépsis no Serviço de Urgência de Uma Unidade Local de Saúde do Norte do País, entre 2018 e 2022. Métodos: Estudo observacional de natureza quantitativa, descritivo-correlacional e analítico com enfoque transversal e retrospetivo, com recolha de dados clínicos para analisar os resultados da implementação do protocolo Via Verde Sépsis no Serviço de Urgência de Uma Unidade Local de Saúde do Norte do País, entre 2018 e 2022. A amostra ficou constituída por 316 utentes. Os dados foram recolhidos a partir de uma grelha elaborada ad hoc. O estudo obteve parecer favorável da Comissão de Ética. Resultados: Registou-se um total de 316 utentes (50,9% de homens e 40,1% de mulheres), com uma média de idade de 58,33±21,13 anos. Destacou-se o ponto de partida respiratório (54,1%). A ativação da Via Verde Sépsis, ocorreu em quase todos os utentes aquando da triagem (93,7%). Foi reduzida a taxa de utentes que faleceram, 2,5% (n=8), entre os quais 50,0% eram homens e 50,0% eram mulheres, com 62,5% na faixa etária dos 56- 75 anos e 37,5% com idade superior aos 75 anos, 75,0% foram triados com prioridade laranja e 25,0% com prioridade amarela. Conclusão: A triagem exata, o reconhecimento rápido, a reanimação precoce, a administração precoce de antibióticos e a erradicação da fonte de infeção são os componentes fundamentais para a prestação de cuidados de qualidade em caso de sépsis, com melhores outcomes de taxa de mortalidade.
